10.1.12



Já não tão inquieta, senti vontade de fugir, e repentinamente a história partiu-se, sem ao menos um toque suave...

9.1.12

(...) Como os olhos não acalentavam-me, não mais, e eu até profundamente adormecia com o céu sem cor. Ele era triste e alto, jamais o conheceria senão fosse aquele olhar, e ele sem dúvida já o achava já que nada dizia.

(conclusão virada, e em branco)

4.1.12

onde habito?

#prefácio

lá estava a habitante das falhas entrelaçadas ao mundo cotidiano, repleta de encantos e desencantos.
nada havia, apenas aquele olhos entrelaçados ao seus, e de longe, o prazer quadruplicava-se.
se não estais em mim, porque tamanha dor?
costumávamos observar a nossa loucura, e abraçá-la, enquanto havia tempo.
o anel que tu me deste era vidro e se quebrou, o deleite que tu me tinhas era pouco e se acabou, e estou perdida.
ah, meu bem, porque tamanha vaidade?
por ti, eu apagaria o último cigarro após um orgasmo...
"e eu que me queixava por não ter sapatos, encontrei um homem que não tinha pés"



(é em ti que eu habito)

1.1.12

Teu prazer é o meu pretérito-mais-que-perfeito.