26.1.11

Fragmentos

... que encontrei na memória

# 10.09.2010
Às 15:30, conversas, arrogância, orgulho, sarcasmo que consome, era o que o prendia. Todo mundo odeia o Chris, e depois disso, começa a chover, não há trilha sonora senão o som da chuva, tampouco sentimentalismo, mas o que observo é o desejo efêmero, contato, pele, e tudo o que mata. Uma, duas, três... Não gosto de números.
Meu dez de setembro, foi, apenas foi.

# 16.09.2010
Trouxe apenas o prazer naquele dia nublado, no sofá, na melodia de Interpol, e num deslize, me torno a puta do meio termo da relação falida, mas o que era óbvio... Cadê meu cachê?

# 18.10.2010
Não havia nada muito grandioso, apenas um dia comum em que me encontrava alcoolizada, e ainda há todo o sentido, eu estava à procura de cativo, e o meu presente foi o copo recheado de desprezo. Obrigada, obrigada, obrigada, pra uma artista de um circo, eu até que sou bela.

# 20.10.2010
Brinquedo catatônico, sem prazer algum, see ya.

#09.11.2010
Essa resposta ficou estatelada no ar.

#15.11.2010
Eu cometi a garfe de trazê-lo mais próximo, mas o que eu queria, era apenas um café, já que a prova estava prestes a dar início.
(...)
Belo conto pra um fim de noite.

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