Onde então estaria o habitante das falhas subterrâneas preso ao contratempo? Onde estaria, se nada havia?
Vou chamá-lo às cinco pro nosso café das três, pois desse modo, amaria as estrelas além de observá-las... Ele as admirava, e por isso era rodeado das tais, e assim permanecia.
Havia sol, mas nada o agradava por inteiro para chegar ao ponto extremo onde pretendia... Haviam então problemas, comuns, um pouco de bossa nova e tudo ali dilacerava-se, e esvaía-se como as águas de seus olhos.
Dizia ele que viver é uma arte, e que todos nós perante às estrelas da manhã contemplávamos a beleza, nada concreto demais. Se havia dor, tranfomava-a em poesia.
Ele então vinha, subindo a serra, contemplava o cheiro do jardim, e todas as flores que ali possuíam, as memórias de uma infância, deveras amor, devaras doce.
O que restava era dançar sobre os cacos, porque o mundo realmente parecia explodir com aquela chuva de diamantes.
Será que o amaria?
Será que o perdoaria por ter se esvaído nesse mundo sem fim?
A vida chegou, e te fez as honras.
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